Coisa - “tudo quanto existe ou possa existir, de natureza corpórea ou incorpórea” e por aí vai. A coisa é que alguma coisa não faz sentido algum nas coisas que tenho existido. Seja ela que coisa for.
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quarta-feira, 30 de março de 2016
domingo, 9 de fevereiro de 2014
"'Rolezinho': diálogo com ideias de Antonio Candido", via Outras Palavras
Direito à fantasia, acumulação sem limites e desigualdade. Como alguns dos temas estudados pelo mestre ajudariam a compreender novo fenômeno das periferias
Por Max Gimenes
domingo, 1 de dezembro de 2013
Racismo existe? Hoje? Agora? + Relato de atendimento no Villa Borguese, em Brasília.
Nesse 2º semestre de 2013 trabalhei na disciplina Literatura Infantil as obras do Monteiro Lobato. Indiquei aos alunos pelo menos quatros textos (todos retirados da internet) sobre a obra do Monteiro e que falavam de eugênia, do tratamento que os negros receberam nas obras do autor. Também indiquei um outro livro, com vários artigos de estudiosos da obra do Monteiro (não é propaganda, mas vale a pena ler: Monteiro Lobato - Livro a Livro. Ceccantini, João Luís; Lajolo, Marisa / UNESP). O fato é:
terça-feira, 5 de novembro de 2013
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Antonio Candido --- sobre o caipira.
A sociedade caipira tradicional elaborou técnicas que permitiram estabilizar as relações do grupo com o meio (embora em nível que reputaríamos hoje precários), mediante o conhecimento satisfatório dos recursos naturais, a sua exploração sistemática e o estabelecimento de uma dieta
sábado, 15 de junho de 2013
sábado, 20 de abril de 2013
Em tempos de infelicidades e infelicianos...
Hoje li um texto que tocou dentro... é, dentro, sabe onde fica isso? Sabe o que é ler e doer embaixo da unha, do fio de cabelo? Sabe o que é um fio de cabelo doendo? E a unha? Nunca sentiu dor alguma além daquela de quando perdeu? Não me diga que é normal? Seu nome deve ser Norma. O meu não, por isso o esparramo diante das palavras do texto que li. Você não sabe. Não antes de ler.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Do dia internacional da mulher? O ser mulher
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| Não é bem essa imagem que tenho em mente quando se trata do Ser Mulher; mas, ocupada com N papéis, foi fácil pegar no google |
Segue o texto:
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
PERGUNTAS DE UM TRABALHADOR GREVISTA, Prof. Dr. Tadeu João Ribeiro Baptista FEF/UFG
PERGUNTAS DE UM TRABALHADOR GREVISTA
Prof. Dr. Tadeu João Ribeiro Baptista
FEF/UFG
Ao longo dos meus 44 anos neste momento, tenho vivenciado muitas coisas boas e ruins apresentadas pelo mundo. Tenho como todos os seres humanos existentes no planeta, sentido tristezas, alegrias, raiva, mágoas, rancor, desejos, sensação de perda e de vitória, de fé, de desespero e, em uma quantidade cada vez maior em minha vida, a sensação de dúvida e de indignação.
Neste momento, como vários outros trabalhadores federais, estaduais e municipais neste país estou em greve. Greve por entender que preciso de melhores condições de trabalho. Greve porque entendo que, como todas as outras pessoas participantes deste movimento, tenho direito à remuneração justa, a qual seja minimamente suficiente para atender às necessidades de um pai de família. Greve, porque
sexta-feira, 15 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
A Privataria tucana
Leia a entrevista publicada na CartaCapital
CartaCapital: Por que você decidiu investigar o processo de privatização no governo Fernando Henrique Cardoso?
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Iluminismo e iluminação (Sérgio de Carvalho)
“Você acha que essa perspectiva iluminista, essa crítica da ideologia feita pelo teatro épico, dá conta das questões contemporâneas?”. Respiro fundo e tento explicar que o procedimento do teatro dialético não pode ser identificado ao desmascaramento, à exposição da mola econômica, que os aspectos decisivos estão na interação contraditória entre a cena e o público etc. Fico com vontade de sugerir a leitura dos textos de Marx sobre religião,mas opto em escapar da conversa inútil (que não modificaria pontos de vista já cristalizados) com uma citação de um filósofo contemporâneo, o que serve antes para confundir do que para esclarecer minha posição. Parece que a inteligibilidade em arte não é um valor muito apreciado. Em casa, sublinho no Diário de Trabalho, o seguinte trecho, do período norte-americano de Brecht, que mostra sua diferença em relação a qualquer materialismo vulgar: “A oportunidade especial que o marxismo teve na Europa não existe aqui. O sensacional desnudamento das práticas comerciais nos países burgueses indicou que o marxismo surgiu como um iluminismo, efeito que não é possível aqui. Aqui você se vê diante de um Estado instituído diretamente pela burguesia, que em nenhum momento se envergonha de ser burguesa.” Sua obra – lá atrás – já lidava com uma compreensão avançada das utilidades e limites da atitude iluminista, num tempo em que “a opressão avança dispensando a máscara do pacifismo”.
Sugestão, acesse o link: http://www.sergiodecarvalho.com.br/?p=1478
Sugestão, acesse o link: http://www.sergiodecarvalho.com.br/?p=1478
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
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