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domingo, 9 de fevereiro de 2014

domingo, 1 de dezembro de 2013

Racismo existe? Hoje? Agora? + Relato de atendimento no Villa Borguese, em Brasília.

Nesse 2º semestre de 2013 trabalhei na disciplina Literatura Infantil as obras do Monteiro Lobato.  Indiquei aos alunos pelo menos quatros textos (todos retirados da internet) sobre a obra do Monteiro e que falavam de eugênia, do tratamento que os negros receberam nas obras do autor. Também indiquei um outro livro, com vários artigos de estudiosos da obra do Monteiro (não é propaganda, mas vale a pena ler: Monteiro Lobato - Livro a Livro. Ceccantini, João Luís; Lajolo, Marisa / UNESP). O fato é:

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Antonio Candido --- sobre o caipira.



A sociedade caipira tradicional elaborou técnicas que permitiram estabilizar as relações do grupo com o meio (embora em nível que reputaríamos hoje precários), mediante o conhecimento satisfatório dos recursos naturais, a sua exploração sistemática e o estabelecimento de uma dieta

sábado, 20 de abril de 2013

Em tempos de infelicidades e infelicianos...

Hoje li um texto que tocou dentro... é, dentro, sabe onde fica isso? Sabe o que é ler e doer embaixo da unha, do fio de cabelo? Sabe o que é um fio de cabelo doendo? E a unha? Nunca sentiu dor alguma além daquela de quando perdeu? Não me diga que é normal? Seu nome deve ser Norma. O meu não, por isso o esparramo diante das palavras do texto que li. Você não sabe. Não antes de ler.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Do dia internacional da mulher? O ser mulher

Não é bem essa imagem que tenho em mente quando se trata do Ser Mulher; mas, ocupada com N papéis,
foi fácil pegar no google
O texto aqui postado foi escrito para ser publicado no maior jornal de Maringá/PR em 08/março/2002. Naquela época eu tinha uma vida tranquila se pensada pelo viés dos diferentes papéis da mulher que apontei no texto.

Segue o texto:

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

PERGUNTAS DE UM TRABALHADOR GREVISTA, Prof. Dr. Tadeu João Ribeiro Baptista FEF/UFG

PERGUNTAS DE UM TRABALHADOR GREVISTA

Prof. Dr. Tadeu João Ribeiro Baptista
FEF/UFG



Ao longo dos meus 44 anos neste momento, tenho vivenciado muitas coisas boas e ruins apresentadas pelo mundo. Tenho como todos os seres humanos existentes no planeta, sentido tristezas, alegrias, raiva, mágoas, rancor, desejos, sensação de perda e de vitória, de fé, de desespero e, em uma quantidade cada vez maior em minha vida, a sensação de dúvida e de indignação.
Neste momento, como vários outros trabalhadores federais, estaduais e municipais neste país estou em greve. Greve por entender que preciso de melhores condições de trabalho. Greve porque entendo que, como todas as outras pessoas participantes deste movimento, tenho direito à remuneração justa, a qual seja minimamente suficiente para atender às necessidades de um pai de família. Greve, porque

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A Privataria tucana



Leia a entrevista publicada na CartaCapital


CartaCapital: Por que você decidiu investigar o processo de privatização no governo Fernando Henrique Cardoso?

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Iluminismo e iluminação (Sérgio de Carvalho)

 “Você acha que essa perspectiva iluminista, essa crítica da ideologia feita pelo teatro épico, dá conta das questões contemporâneas?”. Respiro fundo e tento explicar que o procedimento do teatro dialético não pode ser identificado ao desmascaramento, à exposição da mola econômica, que os aspectos decisivos estão na interação contraditória entre a cena e o público etc. Fico com vontade de sugerir a leitura dos textos de Marx sobre religião,mas opto em escapar da conversa inútil (que não modificaria pontos de vista já cristalizados) com uma citação de um filósofo contemporâneo, o que serve antes para confundir do que para esclarecer minha posição. Parece que a inteligibilidade em arte não é um valor muito apreciado. Em casa, sublinho no Diário de Trabalho, o seguinte trecho, do período norte-americano de Brecht, que mostra sua diferença em relação a qualquer materialismo vulgar: “A oportunidade especial que o marxismo teve na Europa não existe aqui. O sensacional desnudamento das práticas comerciais nos países burgueses indicou que o marxismo surgiu como um iluminismo, efeito que não é possível aqui. Aqui você se vê diante de um Estado instituído diretamente pela burguesia, que em nenhum momento se envergonha de ser burguesa.” Sua obra – lá atrás – já lidava com uma compreensão avançada das utilidades e limites da atitude iluminista, num tempo em que “a opressão avança dispensando a máscara do pacifismo”.




Sugestão, acesse o link: http://www.sergiodecarvalho.com.br/?p=1478