Hoje li um texto que tocou dentro... é, dentro, sabe onde fica isso? Sabe o que é ler e doer embaixo da unha, do fio de cabelo? Sabe o que é um fio de cabelo doendo? E a unha? Nunca sentiu dor alguma além daquela de quando perdeu? Não me diga que é normal? Seu nome deve ser Norma. O meu não, por isso o esparramo diante das palavras do texto que li. Você não sabe. Não antes de ler.
Coisa - “tudo quanto existe ou possa existir, de natureza corpórea ou incorpórea” e por aí vai. A coisa é que alguma coisa não faz sentido algum nas coisas que tenho existido. Seja ela que coisa for.
sábado, 20 de abril de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
Do dia internacional da mulher? O ser mulher
![]() |
| Não é bem essa imagem que tenho em mente quando se trata do Ser Mulher; mas, ocupada com N papéis, foi fácil pegar no google |
Segue o texto:
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Fantasia
E se o carnaval fosse baseado nas histórias do cinema? Todo mundo sairia as ruas e as ações seriam as de Guy... Ou
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
PERGUNTAS DE UM TRABALHADOR GREVISTA, Prof. Dr. Tadeu João Ribeiro Baptista FEF/UFG
PERGUNTAS DE UM TRABALHADOR GREVISTA
Prof. Dr. Tadeu João Ribeiro Baptista
FEF/UFG
Ao longo dos meus 44 anos neste momento, tenho vivenciado muitas coisas boas e ruins apresentadas pelo mundo. Tenho como todos os seres humanos existentes no planeta, sentido tristezas, alegrias, raiva, mágoas, rancor, desejos, sensação de perda e de vitória, de fé, de desespero e, em uma quantidade cada vez maior em minha vida, a sensação de dúvida e de indignação.
Neste momento, como vários outros trabalhadores federais, estaduais e municipais neste país estou em greve. Greve por entender que preciso de melhores condições de trabalho. Greve porque entendo que, como todas as outras pessoas participantes deste movimento, tenho direito à remuneração justa, a qual seja minimamente suficiente para atender às necessidades de um pai de família. Greve, porque
sexta-feira, 15 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
A Privataria tucana
Leia a entrevista publicada na CartaCapital
CartaCapital: Por que você decidiu investigar o processo de privatização no governo Fernando Henrique Cardoso?
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Iluminismo e iluminação (Sérgio de Carvalho)
“Você acha que essa perspectiva iluminista, essa crítica da ideologia feita pelo teatro épico, dá conta das questões contemporâneas?”. Respiro fundo e tento explicar que o procedimento do teatro dialético não pode ser identificado ao desmascaramento, à exposição da mola econômica, que os aspectos decisivos estão na interação contraditória entre a cena e o público etc. Fico com vontade de sugerir a leitura dos textos de Marx sobre religião,mas opto em escapar da conversa inútil (que não modificaria pontos de vista já cristalizados) com uma citação de um filósofo contemporâneo, o que serve antes para confundir do que para esclarecer minha posição. Parece que a inteligibilidade em arte não é um valor muito apreciado. Em casa, sublinho no Diário de Trabalho, o seguinte trecho, do período norte-americano de Brecht, que mostra sua diferença em relação a qualquer materialismo vulgar: “A oportunidade especial que o marxismo teve na Europa não existe aqui. O sensacional desnudamento das práticas comerciais nos países burgueses indicou que o marxismo surgiu como um iluminismo, efeito que não é possível aqui. Aqui você se vê diante de um Estado instituído diretamente pela burguesia, que em nenhum momento se envergonha de ser burguesa.” Sua obra – lá atrás – já lidava com uma compreensão avançada das utilidades e limites da atitude iluminista, num tempo em que “a opressão avança dispensando a máscara do pacifismo”.
Sugestão, acesse o link: http://www.sergiodecarvalho.com.br/?p=1478
Sugestão, acesse o link: http://www.sergiodecarvalho.com.br/?p=1478
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Oito em cada 10 escolas ficam abaixo da média no Enem e das 20 melhores, 18 são privadas
Por Demétrio Weber (demetrio@bsb.oglobo.com.br) | Agência O Globo – 6 horas atrás
BRASÍLIA - Oito em cada dez escolas públicas ficaram abaixo da média no último Exame Nacional do Ensino Médio (2010). É o que revelam os resultados do Enem por estabelecimento de ensino, que o Ministério da Educação divulga nesta segunda-feira. O cálculo considera escolas em que, pelo menos, 25% dos alunos participaram do exame. Entre os colégios particulares, 8% não conseguiram superar a média nacional - um décimo do índice verificado na rede pública.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Do que se pode falar nas escolas por Sírio Possenti
Faço um recorte:
"De tempos em tempo, surge na mídia alguma notícia (o tom é quase sempre de escândalo) sobre fatos que teriam ocorrido em escolas, causando reações, a meu ver, desproporcionais. O último fato de que tive algum conhecimento se deu em uma escola de Campinas. Segundo aspectos do noticiário, teria sido algo muito censurável. Pais ficaram indignados porque seus filhos teriam aprendido (?) receitas associadas a comportamentos que eles reprovam. Explico (só um pouco)."
"De tempos em tempo, surge na mídia alguma notícia (o tom é quase sempre de escândalo) sobre fatos que teriam ocorrido em escolas, causando reações, a meu ver, desproporcionais. O último fato de que tive algum conhecimento se deu em uma escola de Campinas. Segundo aspectos do noticiário, teria sido algo muito censurável. Pais ficaram indignados porque seus filhos teriam aprendido (?) receitas associadas a comportamentos que eles reprovam. Explico (só um pouco)."
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Joias do pensamento, por Sírio Possenti
Férias, na maioria das vezes, são boas... ou o inverso, claro. Só que nessas férias tive a oportunidade de "catalogar" um ser vivente como "de direita". Aí, na mesa do café da manhã, um outro ser que eu também daria a mesma catalogação, esperneou. Nesse esperneio ele foi logo dizendo que era conta a ideologia, etc., etc. e que não é de direita.
Pois é. Além de ser, não sabe. Mas da próxima vez o chamarei de serrista, dá na mesma.
E, hoje, ao ler o que um intelectual renomado publicou ontem, eis que!:
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Sírio Possenti - Suponhamos (Opinião III)
Fonte: http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI5149998-EI8425,00-Suponhamos.htmlQuinta, 26 de maio de 2011, 08h20
Suponhamos
Sírio Possenti
De Campinas (SP)
Para fazer a denúncia das aventuras de Palocci, um jornal conta ao leitor que analisou documentos, fez cálculos etc. Nos dias seguintes, revela mais detalhes, cita os desmentidos, os desmentidos dos desmentidos, novos nomes, novos números. Retoma-se o caso Francenildo etc. De Campinas (SP)
Suponhamos que a mídia tratasse da mesma forma
Sírio Possenti - Aceitam tudo (Opinião II)
Fonte: http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI5137669-EI8425,00-Aceitam+tudo.html
Quinta, 19 de maio de 2011, 08h14
Atualizada às 18h50
De vez em quando, alguém diz que lingüistas "aceitam" tudo (isto é, que acham certa qualquer construção). Um comentário semelhante foi postado na semana passada. Achei que seria uma boa oportunidade para tentar esclarecer de novo o que fazem os linguistas.
Mas a razão para tentar ser claro não tem mais a ver apenas
Quinta, 19 de maio de 2011, 08h14
Aceitam tudo
Sírio Possenti
De Campinas (SP)
De vez em quando, alguém diz que lingüistas "aceitam" tudo (isto é, que acham certa qualquer construção). Um comentário semelhante foi postado na semana passada. Achei que seria uma boa oportunidade para tentar esclarecer de novo o que fazem os linguistas.
Mas a razão para tentar ser claro não tem mais a ver apenas
Sírio Possenti - Variação e Mudança (opinião I)
Para os que sabem ler. Para os que não acreditam em tudo que é publicado pelo PIG, ou dito por pessoas que representam as elites desse país que fala português.
A fonte é: http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3355716-EI8425,00-Variacao+e+mudanca.html
Quinta, 27 de novembro de 2008, 08h06
Atualizada às 08h39
A maioria absoluta dos brasileiros - talvez não só os brasileiros - alfabetizados ou letrados tem uma idéia completamente equivocada do que seja uma língua. Para eles, língua é a que a escola ensina, ou o que está nos manuais do tipo "não erre mais". O resto é erro. Todos consideram que as variantes são erros.
Ocorre que o que a escola ensina também é mais
A fonte é: http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3355716-EI8425,00-Variacao+e+mudanca.html
Quinta, 27 de novembro de 2008, 08h06
Variação e mudança
Sírio Possenti
De Campinas (SP)
De Campinas (SP)
A maioria absoluta dos brasileiros - talvez não só os brasileiros - alfabetizados ou letrados tem uma idéia completamente equivocada do que seja uma língua. Para eles, língua é a que a escola ensina, ou o que está nos manuais do tipo "não erre mais". O resto é erro. Todos consideram que as variantes são erros.
Ocorre que o que a escola ensina também é mais
sábado, 2 de abril de 2011
Sobre resenhas presentes aqui no blog.
Seguinte: apesar de todas terem sido feitas em 2005, são os links mais buscados no blog. Então atualizei a data de postagem para 01/04/11 em todas elas. A intenção é deixá-las próximas.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
"Da Imperfeição" (para resenhar)
GREIMAS, Algirdas Julien. Da Imperfeição. (Trad. e pref. Ana Claudia de Oliveira; apres. Paolo Fabbri, Raúl Dorra e Eric Landowski). São Paulo: Hacker Editores, 2002.
"Todo parecer é imperfeito", disse Greimas num tom filosófico. Resta ao leitor acatar (ou não) a escrita e seguir a leitura do Da Imperfeição. Por questão de pouquíssimo conhecimento das obras do semioticista, foi necessário tomar o caminho do passo a passo. Assim foi a leitura, hora a inserção de um ponto de interrogação, hora um de exclamação. As exclamações aconteceram por conta da apresentação de os Paolo Fabbri, Raúl Dorra e Eric Landowski; eles,
"Todo parecer é imperfeito", disse Greimas num tom filosófico. Resta ao leitor acatar (ou não) a escrita e seguir a leitura do Da Imperfeição. Por questão de pouquíssimo conhecimento das obras do semioticista, foi necessário tomar o caminho do passo a passo. Assim foi a leitura, hora a inserção de um ponto de interrogação, hora um de exclamação. As exclamações aconteceram por conta da apresentação de os Paolo Fabbri, Raúl Dorra e Eric Landowski; eles,
"Leitura: Teoria & Prática" (para resenhar)
Leitura: Teoria & Prática
Roger Chartier (Tradução: Celene Margarida Cruz e João Wanderley Geraldi)
Revista Semestral da Associaçãoo do Brasil
Resenha – página 67 à 75 –
Crítica textual e história cultural — o texto e a voz, séculos XVI-XVII
Leituras pelo mundo
Os sentidos que os leitores dão aos textos são, na análise de textos literários, o objeto essencial da história literária e da crítica textual. A produção de significado e a inteligibilidade do texto estão na materialidade do mesmo e os sentidos de um texto são oriundos dos discursos e das estéticas da criação. Para uma abordagem histórica é necessário levar em conta o autor/leitor/texto (na sua materialidade) já que os sentidos não estão apenas no "funcionamento automático e impessoal da linguagem" e as
"Teoria Literária: Uma Introdução" (para resenhar)
Teoria Literária: Uma Introdução.
Resenha – capítulo 1 – O que é Teoria?
"Teoria do quê?" O capítulo inicial de Teoria Literária: Uma Introdução apresenta questões básicas as quais partem do geral para o particular. Sendo o geral toda e qualquer "teoria", desde uma suposta possibilidade de traição entre namorados e discussões que abrangem outros âmbitos não-literários, até questões de ordem filosóficas.
Servindo-se do exemplo acerca de um rompimento emocional, o autor teoriza sobre o que é suposição, especulação e o que pode vir a ser uma teoria: "uma teoria, por contraste, é especulação que poderia não ser afetada,
"O Prazer do Texto" (para resenhar)
_____________________________________________________________________________
Barthes, Roland. O Prazer do Texto. Trad. J. Guinsburg. São Paulo: Perspectiva.
Nesta obra pós-estruturalista de Barthes, a escrita lírica e literária é uma ruptura com a significação estrutural a favor, também, de uma possível leitura erótica do texto. O pacto no espaço do "entre" autor/leitor possibilita que o último corte a corda e contente-se no prazer que a escrita permite.
O "entre" é quase uma categoria em O Prazer do Texto. Obra que visita o tempo
Assinar:
Postagens (Atom)



.jpg)

