quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Scribens Filias - Filhas da Escrita




Revisão, formatação e tradução de trabalhos acadêmicos é na 

Scribens filias.

   Nossa plataforma online tem como objetivo a revisão de trabalhos acadêmicos segundo a nova reforma ortográfica da Língua Portuguesa, formatação nas normas da ABNT e traduções de resumos em Alemão, Inglês e Espanhol.
 Revisamos artigos científicos, trabalhos de conclusão de curso, teses, relatos, dissertações e resumos. 
  Professores capacitados, mestres e doutores em Educação e Linguística.


sábado, 17 de maio de 2014

O veneno está na mesa - 2 / Silvio Tendler

Após impactar o Brasil mostrando as perversas consequências do uso de agrotóxicos em O Veneno está na Mesa, o diretor Sílvio Tendler apresenta no segundo filme uma nova perspectiva. O Veneno Está Na Mesa 2 atualiza e avança na abordagem do modelo agrícola nacional atual e de suas consequências para a saúde pública. O filme apresenta experiências agroecológicas empreendidas em todo o Brasil, mostrando a existência de alternativas viáveis de produção de alimentos saudáveis, que respeitam a natureza, os trabalhadores rurais e os consumidores. 
Com este documentário, vem a certeza de que o país precisar tomar um posicionamento diante do dilema que se apresenta: Em qual mundo queremos viver? O mundo envenenado do agronegócio ou da liberdade e da diversidade agroecológica?


O veneno está na mesa - 1 / Silvio Tendler

O Brasil é o país do mundo que mais consome agrotóxicos: 5,2 litros/ano por habitante. Muitos desses herbicidas, fungicidas e pesticidas que consumimos estão proibidos em quase todo mundo pelo risco que representam à saúde pública.

O perigo é tanto para os trabalhadores, que manipulam os venenos, quanto para os cidadãos, que consumem os produtos agrícolas. Só quem lucra são as transnacionais que fabricam os agrotóxicos. A ideia do filme é mostrar à população como estamos nos alimentando mal e perigosamente, por conta de um modelo agrário perverso, baseado no agronegócio.


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=8RVAgD44AGg

domingo, 9 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Sete e 2014

20+14=34  3+4=7
2+0+1+4=7

Sete. Sempre gostei desse número. Tanto é que escrevi a história da Sete. Hoje, enquanto tentava dormir no calor que faz por aqui, pensei na obviedade que você provavelmente já tinha pensado, é certo. Lembrei que no bolão da família que arriscou uma cartela de 8 números no jogo da virada a minha aposta também foi o 7. Então que não deu para ganhar (e você sabe disso)! Aliás, dos 8 números apostados só deu um! E claro, você também sabe, 1 não foi sorteado nessa virada. E nem sequer acredito em numerologia, mas hoje é o 2º dia do meu desemprego e isso causa um certo incômodo. Por isso o post acaba aqui. Mas que você faça as suas contas e não gaste muito, também espero que distribua sinceridade, mas sem esquecer que tem gente frágil frágil e que deseja que você a pegue no colo (se for pequena, pegue! se for grande, diga que não dá para passar a mão na cabeça e que ela (a pessoa) precisa crescer!)... minha dica é: não alimente a baixa autoestima das pessoas, contribua para que cresçam, ainda que doa. E use cores :)

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Do final do ano letivo...


Em 19/12/2013

Essa turma representa todas as turmas inobliteráveis com as quais trabalhei nos últimos dois anos. É certo que cada uma das turmas (e foram 13 turmas em "dois" anos) possui um perfil e esse perfil meio que delimita o espaço compartilhado de crescimento, mas, apesar de alguns percalços, houve aprendizado para todos, até para aqueles que ainda não se deram conta do quanto a gente aprende na interação com o outro. E, em relação a essa turma específica, quero agradecer a parceria, os diálogos e dizer: vocês podem mais, não se acomodem.  E, ao menos para mim, a felicidade ao terminar o ano letivo é também um tanto de saudade do que acaba de acabar...

P.S: "Inobliterável" foi uma palavra usada em sala e que causou grande "reboliço", teve um grupo de alunos que foi a direção dizer que eu os chamei de "incompetente" e por aí afora... A partir disso essa palavra foi usada em todas as turmas e espero que ninguém mais se melindre pelo que desconhece, mas que procure conhecer. Se você não sabe o que é inobliterável, procure em um bom dicionário... ou consulte algum bom aluno ;)

domingo, 1 de dezembro de 2013

Racismo existe? Hoje? Agora? + Relato de atendimento no Villa Borguese, em Brasília.

Nesse 2º semestre de 2013 trabalhei na disciplina Literatura Infantil as obras do Monteiro Lobato.  Indiquei aos alunos pelo menos quatros textos (todos retirados da internet) sobre a obra do Monteiro e que falavam de eugênia, do tratamento que os negros receberam nas obras do autor. Também indiquei um outro livro, com vários artigos de estudiosos da obra do Monteiro (não é propaganda, mas vale a pena ler: Monteiro Lobato - Livro a Livro. Ceccantini, João Luís; Lajolo, Marisa / UNESP). O fato é:

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Antonio Candido --- sobre o caipira.



A sociedade caipira tradicional elaborou técnicas que permitiram estabilizar as relações do grupo com o meio (embora em nível que reputaríamos hoje precários), mediante o conhecimento satisfatório dos recursos naturais, a sua exploração sistemática e o estabelecimento de uma dieta

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

A arte de estudar

melhor seria se fosse um ato bovino:

1º) a gente pastava
2º) a gente ruminava
3º) a gente assimilava

Mas tem gente que só pasta, esquece que é preciso ruminar... E aos que dizem que mal dá tempo de pastar? A hora de ruminar é aquela que você está fazendo outras coisas... Na hora do banho, por exemplo :)

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Louvor do Aprender, Bertold Brecht


Louvor do Aprender

Aprende o mais simples! Pra aqueles
Cujo tempo chegou
Nunca é tarde de mais!
Aprende o abc, não chega, mas 
Aprende-o! E não te enfades!
Começa! Tens de saber tudo!
Tens de tomar a chefia!

Aprende, homem do asilo!
Aprende, homem na prisão!
Aprende, mulher na cozinha!
Aprende, sexagenária!
Tens de tomar a chefia!

Frequenta a escola, homem sem casa!
Arranja saber, homem com frio!
Faminto, pega no livro: é uma arma.
Tens de tomar a chefia.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

do além que é logo aqui


Vi esse vídeo faz uma década ou mais. Hoje, exatamente hoje, reouvi e então ele fica aqui, para que nem eu nem você fiquemos mais uma década sem ler Clarice, ler por ela e não por mim, que isso (o ler por mim mesma) eu faço com muita frequência.

domingo, 21 de julho de 2013

Morre lentamente...

[...] quem não respeita o outro, quem não tem sequer o básico, quem não tem saneamento básico, quem não tem médico, dentista, alimentação adequada, lazer, moradia, tempo para viver como deveria... e mais e mais lentamente quem cai na água e não sabe nadar, quem entra em disputa com gente que vence no grito, quem queria escrever mas não aprendeu a ler... que aprendeu a ler e a escrever mas não faz disso uma prática... e mais e maus sobreviventes, que é o que a maioria é...

sábado, 20 de abril de 2013

Em tempos de infelicidades e infelicianos...

Hoje li um texto que tocou dentro... é, dentro, sabe onde fica isso? Sabe o que é ler e doer embaixo da unha, do fio de cabelo? Sabe o que é um fio de cabelo doendo? E a unha? Nunca sentiu dor alguma além daquela de quando perdeu? Não me diga que é normal? Seu nome deve ser Norma. O meu não, por isso o esparramo diante das palavras do texto que li. Você não sabe. Não antes de ler.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Do dia internacional da mulher? O ser mulher

Não é bem essa imagem que tenho em mente quando se trata do Ser Mulher; mas, ocupada com N papéis,
foi fácil pegar no google
O texto aqui postado foi escrito para ser publicado no maior jornal de Maringá/PR em 08/março/2002. Naquela época eu tinha uma vida tranquila se pensada pelo viés dos diferentes papéis da mulher que apontei no texto.

Segue o texto:

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Fantasia


E se o carnaval fosse baseado nas histórias do cinema? Todo mundo sairia as ruas e as ações seriam as de Guy... Ou

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

PERGUNTAS DE UM TRABALHADOR GREVISTA, Prof. Dr. Tadeu João Ribeiro Baptista FEF/UFG

PERGUNTAS DE UM TRABALHADOR GREVISTA

Prof. Dr. Tadeu João Ribeiro Baptista
FEF/UFG



Ao longo dos meus 44 anos neste momento, tenho vivenciado muitas coisas boas e ruins apresentadas pelo mundo. Tenho como todos os seres humanos existentes no planeta, sentido tristezas, alegrias, raiva, mágoas, rancor, desejos, sensação de perda e de vitória, de fé, de desespero e, em uma quantidade cada vez maior em minha vida, a sensação de dúvida e de indignação.
Neste momento, como vários outros trabalhadores federais, estaduais e municipais neste país estou em greve. Greve por entender que preciso de melhores condições de trabalho. Greve porque entendo que, como todas as outras pessoas participantes deste movimento, tenho direito à remuneração justa, a qual seja minimamente suficiente para atender às necessidades de um pai de família. Greve, porque